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DEUS É PAI

Deus é supremamente Pai, no sentido que Ele criou tudo e todos. “Assim diz Deus, o SENHOR, que criou os céus e os estendeu, formou a terra e a tudo quanto produz; que dá fôlego de vida ao povo que nela está e o espírito aos que andam nela”. (Is 42.5), A doação da vida é a relação fundamental de Deus com os homens “Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” (Gn 1.26)  Em números 16.22, é chamado “Autor e conservador da vida”. Pela paternidade geral de Deus, todo homem mantém a imagem do “Pai Criador”, filhos na carne. No entanto, como Adão e Eva desobedeceram o Pai e comeram do fruto do conhecimento do bem e do mal (Gn 3:22), Houve a morte espiritual e eles e toda a humanidade perderam parte da semelhança do Pai no sentido espiritual ou seja, no caráter e personalidade e passaram e ter parte com o maligno, porque satanás se tornou em parte o pai espiritual, porque gerou a maldade no coração do homem, como Jesus disse: “filhos do maligno”. (Mt 13.38) “filho do diabo”. (João 8.44) (1ª João 3.10), Por isso, satanás age nos seus “filhos” e mata, rouba e destrói e leva ao inferno. (João 10.10).

 

A designação “Pai” é usada no antigo testamento para expressar a relação coletiva de aliança entre Deus e seu povo de Israel. O profeta Malaquias perguntou. “não temos todos nós o mesmo Pai? Não nos criou o mesmo Deus?” (2.10), O profeta Isaias exclamou “mas agora, ó Senhor, tu és o nosso Pai, nós somos o barro, tu o nosso oleiro, e todos nós obras das tuas mãos.” (64.8), Israel foi desafiada a reconhecer e a corresponder a essa relação filial. “Se eu sou Pai, onde está a minha honra?” (ML 1.6), Deus não estava recebendo dos seus “filhos” a honra ”da fé, da justiça e do amor”. (Mt 23:23), devido a natureza deles ser pecaminosa, por isso, o Senhor Jesus veio com a graça e disse que eles precisavam “nascer de novo”(Jo 3:3)

 

          O Senhor Jesus desde menino sabia de sua paternidade divina, pois disse: “não sabíeis que me cumpria estar na casa do meu Pai”.( Lc 2 49), e sempre se referiu a Deus como “Pai” (João 5:19-23), no sentido pessoal, numa relação eterna e sem igual causando inveja aos judeus, que o acusaram de blasfêmia, e o crucificaram. (Mc 14:61-63), mas, após a sua ressurreição, sua mensagem aos discípulos indicou duas relações distintas com Deus “meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus” (João 20.17), Embora, uma seja a base da outra, porque o objetivo de Deus, é que Jesus seja “o primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8:29).

 

Está escrito que, Jesus “Veio para o que era seu, (Israel) e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus’.( Jo 1:11-13). Então, a fé no nome de Jesus, nos torna filhos de Deus, e a expressão “Pai” é usada no sentido especifico e pessoal, ele é o nosso “Pai espiritual” (Hb 12.9), eternamente.

 

           O Espírito Santo vem sobre todos os que tomam uma decisão e recebem Jesus no coração como seu Senhor e Salvador. Adotando como filho de Deus, inicia a obra da transformação da vida pela palavra da verdade, fortalecendo a fé e renovando o caráter, libertando do mal, curando o corpo, e vem fazer morada e guiar o novo filho de Deus, abençoando, protegendo e prosperando, porque é herdeiro do reino de Deus. “Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. “Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai. O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo; se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados”. (Rm 8.14-17).

 

       Quando Deus nos toma por filhos ele nos corrige. “pois que filho há que o pai não corrige? Mas, se estais sem correção, de que todos se têm tornado participantes, logo, sois bastardos e não filhos. Além disso, tínhamos os nossos pais segundo a carne, que nos corrigiam, e os respeitávamos; não havemos de estar em muito maior submissão ao Pai espiritual e, então, viveremos? (Hb 12:7-9), As nossas práticas, devem condizer com nova vida de filho, e devemos honrar o nosso Pai, tanto em palavras como em atitudes, porque temos o seu caráter de amor, devemos viver como filhos da luz. “Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus”, (Ef 5:1,2), “Pois, outrora, éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz (porque o fruto da luz consiste em toda bondade, e justiça, e verdade)”, (Ef 5:8,9).

 

      Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a ele mesmo. Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é”.  (1ªJo 3.1-2). 

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